Blog da Militia Sanctæ Mariæ - Cavaleiros de Nossa Senhora um instrumento na evangelização do mundo contemporâneo // Blog created by Militia Sanctæ Mariæ, whose purpose is to be an instrument in the evangelization of the contemporary world // Blog de la Militia Sanctæ Mariæ et dont le but est d'être un instrument dans l'évangélisation du monde contemporain // Blog der Militia Sanctæ Mariæ, die sich zum Ziel gesetzt haben, ein Werkzeug bei der Evangelisierung der heutigen Welt zu sein
domingo, 1 de junho de 2025
Contre les Hérésies (livre III) de Saint Irénée de Lyon (130-202)
sábado, 31 de maio de 2025
CURTA REFLEXÃO VII
MILITIA SANCTAE MARIAE – Cavaleiros
de Nossa Senhora
Academia Mariana “ THEOTOKOS”
CURTA REFLEXÃO VII
A estátua que está na cripta de S. Bento da
Porta Aberta é de uma grande beleza do ponto de vista representativo. O autor da estátua de mármore branco é de Silva Nogueira e é de 1998. Este
escultor, teve a feliz imaginação de colocar uma tira sobre o hábito
(escapulário?) por onde sobem abelhas, numa alusão muito feliz ao facto de S.
Bernardo ser conhecido desde que o Papa Pio XIIem 24 de Maio de 1953 o chamou
de DOCTOR MELLIFLUO, ou seja, que escorre mel, doçura da sua doutrina e da sua
vida.
Esta
imagem, de grande qualidade, é bem ilustrativa do grande santo que foi S.
Bernardo de Claraval, até na escolha do material, o mármore branco puro, como
pura foi a vida de Bernardo de Claraval.
A Academia Mariana “ THEOTOKOS” tem S. Bernardo como um dos seus grandes
patronos e admira-o procurando difundir a sua doutrina e princ´pios
orientadores da sua vida, nomeadamente no concernente à “ Clemente, à piedosa,
à Doce sempre Virgem Maria”.
Há anos compus uma tentativa
de hino à nossa Mãe, minha Mãe celeste e Mãe da MSM, que aqui deixo em jeito de
homenagem a Maria inspirado na célebre oração de S. Bernardo e que transcrevo:
Oração
de São Bernardo:
À
Virgem Maria
É
aquela estrela resplandecente
Que se
levanta sobre a imensidão do mar;
Brilhando
por seus méritos,
Iluminando
por seus exemplos.
Ó tu
que te encontras longe da terra firme,
A mercê
dos vagalhões desse mundo,
Não
desvies o olhar da luz deste astro,
Se não
quiseres naufragar.
Se os
ventos das tentações se levantarem,
Se te
chocares contra os rochedos das tribulações,
Olha
para a Estrela, Invoca Maria.
Se te
sentires arrastado pelas ondas do Orgulho,
Da
ambição, da traição, do ciúme,
Olha
para a Estrela, Invoca Maria.
Se a
raiva, a avareza ou os desejos impuros,
Sacudirem
o pequeno barco da tua alma,
Olha
para Maria.
Se
frustrado pela enormidade de teus crimes,
Confuso,
diante de tua consciência manchada,
Gelado
de pavor, ao pensar no juízo;
Se te
sentes submerso no abismo de desespero,
Pensa
em Maria.
Nos
perigos, nas angustias, na dúvida,
Pensa
em Maria, invoca Maria.
Que Ela
não se afaste de tua boca.
Que Ela
não se afaste de teu coração
E, para
obter o socorro de sua intercessão,
Não
esqueças de meditar o exemplo de sua vida.
Se a
seguires, não te desviarás.
Se a
suplicares, não te desesperarás.
Se a
consultares, não errarás o caminho.
Se Ela
te proteger, nada temerás.
Se Ela
te for favorável, alcançarás a meta.
E,
assim, compreenderás, pessoalmente,
Quão
justas são as palavras da Sagrada Escritura
“E o
nome da Virgem era Maria”.
Aqui fica o registo, uma
tentativa de hino, da minha súplica bernardiana:
Mater nostrae Militiae
Quando o dia se tornar proceloso,
O mar da vida virar alteroso.
Mater nostrae militiae,
audi nos!
Quando a dúvida nos atormentar
E a tibieza noss`alma rondar
Advocata nostra, ora
pro nobis.
Quando emergirem as provocações
D`ódio e d`outras más ocasiões
Mater nostrae militiae,
audi nos.
Quando o furor dos ventos das
tentações
Nos cercarem com algemas de prisões
Advocata nostra, ora
pro nobis.
Quando o mal nos deixar indiferentes
Peçamos-Lhe como bons combatentes:
Mater nostrae militiae,
audi nos.
Quando naufragarmos nas incertezas,
Aflições, desânimos e tristezas,
Advocata nostra, ora
pro nobis.
Quando a hora derradeira soar,
No suspiro final possamos clamar:
Mater nostrae militiae,
audi nos.
Advocata nostra, oira
pro nobis.
Carlos Aguiar Gomes
sexta-feira, 30 de maio de 2025
Extrait d’une homélie de Saint Jean Chrysostome (344/349 - 407) sur les Actes des Apôtres
Partout nous retrouvons ce ministère des esprits célestes : à Nazareth près de Marie, à Bethléem pour la naissance de Jésus, au sépulcre pour sa résurrection, et ici pour son ascension. De même aussi, dans son second avènement, les anges seront ses précurseurs. Mais après avoir dit : "Ce Jésus qui, du milieu de vous s'est élevé dans le ciel", ils ajoutent aussitôt, pour prévenir toute pensée de tristesse : "Il viendra de la même manière". Les apôtres respirèrent donc un peu, en apprenant que Jésus ne leur était pas enlevé pour toujours, et qu'il reviendrait de la même manière qu'il était monté au ciel. Remarquons aussi ce mot . "Du milieu de vous". Il a bien sa raison de convenance, car il rappelle aux apôtres l'amour de Jésus, le choix de leur élection, et la promesse de ne point les abandonner. Jésus-Christ a voulu être seul témoin de sa résurrection ; et de tous les miracles qui ont précédé ou suivi l'incarnation, celui-ci est le plus étonnant. Aussi disait-il lui-même : "Détruisez ce temple, et dans trois jours je le relèverai" (Jn 2, 19). Mais au jour de son ascension, ce sont des anges qui annoncent son second avènement, en disant : "Il viendra de la même manière".
Que celui donc qui désire voir Jésus-Christ, et qui s'attriste de ne pas l'avoir vu, recueille cette parole ; s'il mène une vie vraiment chrétienne, il est assuré de le voir et de réaliser ses désirs. Car il reviendra environné de gloire, porté sur les nuées, et dans son humanité sainte. Mais combien sera-t-il alors plus admirable de le voir descendre ainsi des cieux, que de l’avoir vu s'y élevant de la terre ! Il viendra, disent les anges, mais ils se taisent sur les causes de ce second avènement. "Il viendra de la même manière" ; c'est une preuve de sa résurrection : car, s'il est monté au ciel en son corps, à plus forte raison est-il ressuscité en son corps .
terça-feira, 27 de maio de 2025
Decreto sobre a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja no Calendário Romano Geral
A feliz veneração em honra à Mãe de Deus da Igreja contemporânea, à luz das reflexões sobre o mistério de Cristo e sobre a sua própria natureza, não poderia esquecer aquela figura de Mulher (cf. Gal. 4,4), a Virgem Maria, que é Mãe de Cristo e com Ele Mãe da Igreja.
De certa forma, este facto, já estava presente no modo próprio do sentir eclesial a partir das palavras premonitórias de Santo Agostinho e de São Leão Magno. De facto, o primeiro diz que Maria é a mãe dos membros de Cristo porque cooperou, com a sua caridade, ao renascimento dos fiéis na Igreja. O segundo, diz que o nascimento da Cabeça é, também, o nascimento do Corpo, o que indica que Maria é, ao mesmo tempo, mãe de Cristo, Filho de Deus, e mãe dos membros do seu corpo místico, isto é, da Igreja. Estas considerações derivam da maternidade divina de Maria e da sua íntima união à obra do Redentor, que culminou na hora da cruz.
A Mãe, que estava junto à cruz (cf. Jo 19, 25), aceitou o testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito. Por sua vez, no discípulo amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a Mãe, confiando-a a eles para que estes a acolhessem com amor filial.
Dedicada guia da Igreja nascente, Maria iniciou, portanto, a própria missão materna já no cenáculo, rezando com os Apóstolos na expectativa da vinda do Espírito Santo (cf. Act 1, 14). Ao longo dos séculos, por este modo de sentir, a piedade cristã honrou Maria com os títulos, de certo modo equivalentes, de Mãe dos discípulos, dos fiéis, dos crentes, de todos aqueles que renascem em Cristo e, também, “Mãe da Igreja”, como aparece nos textos dos autores espirituais assim como nos do magistério de Bento XIV e Leão XIII.
DEDICADA GUIA DA IGREJA NASCENTE, MARIA INICIOU, PORTANTO, A PRÓPRIA MISSÃO MATERNA JÁ NO CENÁCULO, REZANDO COM OS APÓSTOLOS NA EXPECTATIVA DA VINDA DO ESPÍRITO SANTO
Assim, resulta claramente, sobre qual fundamento o beato papa Paulo VI, a 21 de Novembro de 1964, por ocasião do encerramento da terça sessão do Concílio Vaticano II, declarou a bem-aventurada Virgem Maria “Mãe da Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que lhe chamam Mãe amorosíssima” e estabeleceu que “com este título suavíssimo seja a Mãe de Deus doravante honrada e invocada por todo o povo cristão”.
A Sé Apostólica, por ocasião do Ano Santo da Reconciliação (1975), propôs uma missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja, que foi inserida no Missal Romano. A mesma deu a possibilidade de acrescentar a invocação deste título na Ladaínha Lauretana (1980), e publicou outros formulários na Colectânea de Missas da Virgem Santa Maria (1986). Para algumas nações e famílias religiosas que pediram, concedeu a possibilidade de acrescentar esta celebração no seu Calendário particular.
O Sumo Pontífice Francisco, considerando atentamente quanto a promoção desta devoção possa favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana, estabeleceu que esta memória da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, seja inscrita no Calendário Romano na Segunda-feira depois do Pentecostes, e que seja celebrada todos os anos.
Esta celebração ajudará a lembrar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do Redentor e dos redimidos.
Esta memória deverá, pois aparecer, em todos os Calendário e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas. Os respectivos textos litúrgicos são apresentados em anexo a este decreto, e a sua tradução, aprovada pelas Conferências Episcopais, serão publicados depois da confirmação por parte deste Dicastério.
Onde a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, por norma do direito particular aprovado, já se celebra num dia diferente com grau litúrgico mais elevado, pode continuar a ser celebrada desse modo.
Nada obste em contrário.
Sede da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos,11 de Fevereiro de 2018, memória da bem-aventurada Virgem Maria de Lurdes.
Robert Card. Sarah
Prefeito
sexta-feira, 23 de maio de 2025
CURTA REFLEXÃO VI
MILITIA SANCTAE MARIAE – Cavaleiros
de Nossa Senhora
Academia Mariana “ THEOTOKOS"
Curta Reflexão VI
“Se o vento das tentações
se levanta, se o escolho das tribulações se interpõe em teu caminho, olha a
estrela, invoca Maria”. (S. Bernardo de Claraval)
Sobre a “ Theotokos”, S. Bernardo suplantou-se
e suplantou tudo o que se tinha escrito ou escreveu depois deste grande Doutor
da Igreja.
Quando se lê e
medita nos escritos bernardianos, sobretudo nos mariológicos,fica-se com a
sensação que falou um filho dilecto de uma mãe muito amada.
Há uma
representação recorrente em pinturas ou gravuras que nos mostra S. Bernardo
ajoelhado perante um quadro de Maria em oração férvida e em que Aquela do seu
peito faz jorrar um jacto do seu leite, o leite que amamentou Jesus, e, em
muitas interpretações desta cena, aparece escrito ao longo do jacto de leite um
verso do cântico que ainda hoje a Igreja canta em Vésperas: “Ave Maris
Stella”.Este tem um verso que diz:” Monstra te esse matrem…” que se traduz por:
Mostra que és nossa Mãe! Esta súplica de S. Bernardo sublinha e assinala a “
gratificação” de Maria recebendo o mesmo leite que nutriu Jesus.
Assim, não admira
a certeza que S. Bernardo nos infunde na passagem que encima esta Curta
Reflexão: em todos perigos, tentações, dúvidas ou desgraças, temos sempre uma
âncora, uma bússola que nos indica o caminho e nos ajuda a endireitar a rota,
às vezes perigosa e tortuosa, que, não
raras vezes trilhamos.
Não é por acaso
que se atribui a S. Bernardo, a parte final da Salvé Rainha, a voz de um
suplicante, humilde e fervoroso, quando dizemos: Ó clemente, Ó piedosa, Ó doce
e sempre Virgem Maria.
Sub tuum
praesidium…
À vossa protecção
nos acolhemos…
Carlos Aguiar Gomes
Euthanasie, Mgr Christory appelle à agir!
euthanasie, Mgr Christory appelle à agir



sábado, 17 de maio de 2025
CURTA REFLEXÃO V
MILITIA SANCTAE MARIAE – Cavaleiros
de Nossa Senhora
Academia Mariana “ THEOTOKOS”
Curta reflexão V
“Maria era bem-aventurada porque
antes de dar à luz o Mestre na carne, o levou no seio”.
Maria, a “ Theotokos”, a Santa Mãe de Deus, foi o primeiro
sacrcrário de Jesus, um sacrário precioso, o mais precioso de todos os
sacrários.Quando veneramos, com amor e alegria, a nossa Mãe do Céu, nunca
deveríamos esquecer o seu papel na história da Redenção: “ antes de dar luz o
Mestre na carne, o levou no seio” , como tão bem escreveu Santo Agostinho!
Maria, que trouxe o
Redentor no seu ventre,tornou-se, assim, a Bem-aventurada e sempre Virgem Mãe
por quem devemos ter uma grande veneração – hiperdulia.Deste modo agradecermos
o dom da Vida, do Senhor da Vida humanado, que por Maria nos foi dado.Neste
acto tão humano de dar à luz, Maria entra do história da nossa redenção
continuação do seu “Fiat”, o início dos inícios do papel da “ Theotokos” na
nossa salvação.
Recorrer a Maria é
pedir o apoio d`Aquela que gerou e deu à luz o nosso Salvador, o nosso único
Redentor e fora do qual não há salvação pois só Ele é o Caminho, a Verdade e a
Vida!
Carlos Aguiar Gomes
Braga, 17.V.25
São Bernardo de Claraval, o abade que modelou a Igreja
No coração da Idade Média, num tempo de cruzadas, reformas e renovação espiritual, ergue-se a figura luminosa de São Bernardo de Claraval ...
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