Blog da Militia Sanctæ Mariæ - Cavaleiros de Nossa Senhora um instrumento na evangelização do mundo contemporâneo // Blog created by Militia Sanctæ Mariæ, whose purpose is to be an instrument in the evangelization of the contemporary world // Blog de la Militia Sanctæ Mariæ et dont le but est d'être un instrument dans l'évangélisation du monde contemporain // Blog der Militia Sanctæ Mariæ, die sich zum Ziel gesetzt haben, ein Werkzeug bei der Evangelisierung der heutigen Welt zu sein
sábado, 30 de maio de 2026
quarta-feira, 6 de maio de 2026
A VIRGEM MARIA E A LITURGIA
Autoria de : Michel Pagiossi Silva
Maria não está no centro da liturgia.
Mas está no coração dela.
A liturgia da Igreja é essencialmente cristocêntrica: tudo é
oferecido ao Pai, por Cristo, no Espírito Santo. No entanto, dentro desse
mistério, a Virgem Maria ocupa um lugar único, porque ninguém esteve tão unido
a Cristo quanto ela. Sua presença na liturgia não é acessória nem decorativa,
mas profundamente teológica.
O Concílio Vaticano II ensina que Maria está intimamente
unida à obra da salvação e, por isso, é também inseparável da vida litúrgica da
Igreja (cf. Lumen Gentium, 53). Aquela que deu ao mundo o Corpo de Cristo está
presente, de modo espiritual, sempre que esse mesmo Corpo é oferecido no altar.
Não como sacerdotisa, mas como Mãe que participa da oblação do Filho.
Na Santa Missa, o nome de Maria não aparece por acaso. Ela é
invocada no coração da Oração Eucarística, especialmente no Cânon Romano,
porque a Igreja reconhece que o mistério que ali se realiza começou no seu
ventre. Sem o “fiat” de Maria, não haveria Encarnação. E sem Encarnação, não
haveria Sacrifício redentor.
Contemplar Maria na liturgia é aprender a participar da
Missa como ela participou do Calvário: em silêncio, em adoração, em entrega
total. Ela não toma o lugar de Cristo, mas nos ensina a permanecer com Ele. Sua
atitude interior é o modelo perfeito de participação litúrgica: fé sem
reservas, obediência plena e união profunda com o sacrifício.
Por isso, a verdadeira devoção mariana não afasta da
liturgia, mas conduz a ela. Quem ama Maria aprende a amar a Santa Missa. Quem
se aproxima do seu coração encontra o caminho mais seguro para o altar.
Maria não é o centro do culto.
Mas ninguém nos conduz melhor ao centro.
Por uma Santa Liturgia.
domingo, 19 de abril de 2026
Militia Sanctae Mariae Portugal Theotokos - Academia Mariana
CURTA REFLEXÃO XXXII | Autoria de Carlos Aguiar Gomes
“... povo peregrino, povo da vida e a favor da vida...”
(Evangelium vitae, 105)
“... é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro.”
(Evangelium vitae, n.º 100)
“Ó Maria,
Mãe dos viventes,
confiamo-vos a causa da vida:
olhai, Mãe, para o número sem fim
de crianças a quem é impedido nascer,
de pobres para quem se torna difícil viver,
de homens e mulheres vítimas de inumana violência,
de idosos e doentes assassinados pela indiferença
ou por uma presunta compaixão...”
(Evangelium vitae, n.º 105)
Nunca é demasiado, e nunca será uma perda de tempo, repetir e jamais esquecer que o Papa São João Paulo II Magno foi e ficará para sempre o Papa da Vida e da Família.
Entre os inúmeros documentos, mais ou menos solenes, São João Paulo II Magno deixou-nos dois extraordinários testemunhos imperecíveis do seu empenho constante na defesa intransigente e clara da necessidade de uma “militância” pela vida humana, da concepção até à morte natural: a Exortação Apostólica Familiaris Consortio (22 de novembro de 1981) e a Encíclica Evangelium Vitae (25 de março de 1995).
Estes dois documentos do Papa São João Paulo II Magno não perdem o seu interesse nem a sua validade. A doutrina neles exposta mantém-se actual — talvez mais do que nunca — e condensam, de forma insofismável e sem necessidade de qualquer actualização, o que foi, é e sempre será a doutrina da Igreja sobre os temas abordados.
A nossa Academia Mariana Theotokos está a organizar mais uma peregrinação a um dos mais antigos santuários marianos do nosso país, o Santuário de Nossa Senhora da Abadia (Amares), no próximo dia 1 de maio, de participação livre.
Este ano, centrar-se-á em São Bernardo de Claraval, o Doutor melífluo, um dos maiores cultores e cantores de Maria, a Santa Mãe de Deus, a Theotokos.
Rezando à Rainha da Vida e das Famílias, com São Bernardo, teremos uma especial atenção orante pela vida humana e pelas famílias, cumprindo um voto deste Papa maior, São João Paulo II Magno:
“... é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro...”
(Evangelium vitae, n.º 100)
É o que nos propomos fazer nesta peregrinação à Senhora da Abadia!
Nesta peregrinação queremos continuar a viver como:
“... povo peregrino, povo da vida e a favor da vida...”
“... povo peregrino, povo da vida e a favor da vida...”
(Evangelium vitae, 105)
“... é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro.”
(Evangelium vitae, n.º 100)
“Ó Maria,
Mãe dos viventes,
confiamo-vos a causa da vida:
olhai, Mãe, para o número sem fim
de crianças a quem é impedido nascer,
de pobres para quem se torna difícil viver,
de homens e mulheres vítimas de inumana violência,
de idosos e doentes assassinados pela indiferença
ou por uma presunta compaixão...”
(Evangelium vitae, n.º 105)
Nunca é demasiado, e nunca será uma perda de tempo, repetir e jamais esquecer que o Papa São João Paulo II Magno foi e ficará para sempre o Papa da Vida e da Família.
Entre os inúmeros documentos, mais ou menos solenes, São João Paulo II Magno deixou-nos dois extraordinários testemunhos imperecíveis do seu empenho constante na defesa intransigente e clara da necessidade de uma “militância” pela vida humana, da concepção até à morte natural: a Exortação Apostólica Familiaris Consortio (22 de novembro de 1981) e a Encíclica Evangelium Vitae (25 de março de 1995).
Estes dois documentos do Papa São João Paulo II Magno não perdem o seu interesse nem a sua validade. A doutrina neles exposta mantém-se actual — talvez mais do que nunca — e condensam, de forma insofismável e sem necessidade de qualquer actualização, o que foi, é e sempre será a doutrina da Igreja sobre os temas abordados.
A nossa Academia Mariana Theotokos está a organizar mais uma peregrinação a um dos mais antigos santuários marianos do nosso país, o Santuário de Nossa Senhora da Abadia (Amares), no próximo dia 1 de maio, de participação livre.
Este ano, centrar-se-á em São Bernardo de Claraval, o Doutor melífluo, um dos maiores cultores e cantores de Maria, a Santa Mãe de Deus, a Theotokos.
Rezando à Rainha da Vida e das Famílias, com São Bernardo, teremos uma especial atenção orante pela vida humana e pelas famílias, cumprindo um voto deste Papa maior, São João Paulo II Magno:
“... é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro...”
(Evangelium vitae, n.º 100)
É o que nos propomos fazer nesta peregrinação à Senhora da Abadia!
Nesta peregrinação queremos continuar a viver como:
“... povo peregrino, povo da vida e a favor da vida...”
Militia Sanctae Mariae Portugal | CÍRCULO INTERNACIONAL SHAHBAZ BAHTTI
NEWSLETTER de ABRIL DE 2026
Barbárie do Século XXI: O Genocídio Yazidi e o Estado Islâmico
5.000 homens mortos e cerca de 10.800 mulheres e crianças escravizadas
Quem são os Yazidis?
Os yazidis são uma minoria religiosa ancestral, com raízes na região do Curdistão, sobretudo no norte do Iraque. A sua fé, distinta do islamismo e do cristianismo, levou ao longo da história a sucessivas perseguições, sendo frequentemente incompreendida e alvo de acusações infundadas.
O Início do Genocídio (2014)
Em agosto de 2014, o Estado Islâmico lançou uma ofensiva brutal sobre a região de Sinjar, onde viviam milhares de yazidis. O objetivo era claro: eliminar ou subjugar completamente esta comunidade religiosa.
Os homens yazidis foram sistematicamente executados. Estima-se que cerca de 5.000 homens tenham sido mortos. Mulheres e crianças foram capturadas em massa — cerca de 10.800 — e submetidas a um sistema organizado de escravidão sexual, tráfico humano e conversão forçada.
A Escravidão e a Desumanização
Um dos aspetos mais chocantes deste genocídio foi a institucionalização da escravidão. Mulheres e meninas yazidis foram tratadas como “espólio de guerra”, vendidas em mercados, trocadas entre combatentes e sujeitas a abusos físicos e psicológicos constantes.
Este sistema não foi caótico — foi planeado. O Estado Islâmico criou regras e justificações ideológicas para legitimar estas atrocidades, revelando um nível de desumanização profundo e perturbador.
Reação Internacional e Reconhecimento
A comunidade internacional reagiu com indignação, mas muitos consideram que a resposta foi tardia. As Nações Unidas reconheceram oficialmente estes atos como genocídio, destacando a intenção deliberada de destruir o povo yazidi enquanto grupo religioso.
Diversas operações militares e humanitárias foram posteriormente realizadas para libertar territórios e resgatar sobreviventes, mas as marcas deixadas são profundas e duradouras.
Consequências e Memória
Milhares de yazidis continuam desaparecidos até hoje. Muitos sobreviventes vivem em campos de refugiados, carregando traumas difíceis de superar. Famílias foram destruídas, comunidades desfeitas, e uma cultura milenar quase aniquilada.
O genocídio yazidi levanta questões fundamentais sobre a capacidade do mundo em prevenir tais atrocidades e proteger minorias vulneráveis.
O genocídio dos yazidis não é apenas um episódio isolado de violência — é um aviso. Mostra que o mal, quando alimentado por ideologias extremistas e pela indiferença, pode atingir níveis devastadores.
A tua revolta é compreensível. É, aliás, necessária. Porque lembrar, falar e compreender estas tragédias é uma forma de honrar as vítimas e de tentar impedir que algo semelhante volte a acontecer.
Bruno Fernando de C. Guedes
Presidente do Círculo Internacional Shahbaz Bahtti
quarta-feira, 15 de abril de 2026
32.º aniversário da morte de Jérôme Lejeune
INSTITUTO INTERNACIONAL FAMILIARIS CONSORTIO | NEWSLETTER – ABRIL
O INSTITUTO INTERNACIONAL FAMILIARIS CONSORTIO (Portugal) tem como um dos seus padroeiros e grandes inspiradores, além de São João Paulo II Magno, o Professor Jérôme Lejeune, médico geneticista francês falecido a 3 de Abril de 1994, Ano Internacional da Família com 68 anos (nasceu a 13 de Junho de 1926) e de quem muito ainda havia a esperar.
quinta-feira, 26 de março de 2026
Kairos está de regresso
Propunha-se pautar a sua atividade pela defesa:
- da Vida Humana (do nascimento ao seu ocaso natural);
- da Família (tal como ela é desejada por Deus);
- da Cultura que nos fez através dos tempos e a que não queremos nem podemos renegar sem perder a nossa identidade;
- da Criação e meio ambiente, obra de Deus, o único Criador, que nos foi emprestado para fruição e não destruição e que tão ameaçados estão na atualidade;
- da defesa dos Direitos de Deus e de todos os homens, sobretudo dos mais frágeis, dos perseguidos e esquecidos;
- da promoção do Direito Natural que tantos, cada vez mais, recusam.
Militia Sanctae Mariae Portugal | Carlos Aguiar Gomes " No próximo dia 1 de junho celebramos o Dia Mundial da Criança, uma data que...
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Fundação AIS convoca portugueses para a oração ininterrupta do Terço pela Paz durante o mês de Maio Lisboa, 30 de Abril de 2024 | PA ...


