segunda-feira, 11 de maio de 2020

Aichinger | Regina Coeli [á 4; with Organ Intonation]

CUIDAR E TRATAR


                                             CUIDAR E TRATAR DA VIDA HUMANA
                                                    da concepção à morte natural

«Oremos pelos enfermos que são abandonados até os deixar morrer. Uma sociedade é humana se protege a vida, toda a vida, desde o início até ao seu fim natural, sem decidir quem é ou não digno de viver. Que os médicos ajudem a vida, não a tirá-la.» ((PAPA FRANCISCO, 10.7.2019)


   Sim, é necessário rezar. Mas é necessário, também agir na defesa da vida humana: na rua, nos media, nas homilias, em todo o sítio onde podemos tomar a palavra. Não podemos calar! A conjugação da máxima beneditina ORA et LABORA, REZA E TRABALHA, é de uma actualidade gritante neste tempo de vandalismo moral que tudo destrói, corrói e corrompe.
  O nosso tempo não nos pode deixar indiferentes perante a invasão sem guerra dos novos bárbaros.


MATAR A DOR, SEMPRE!
CUIDAR – AMAR - TRATAR DO DOENTE, SEMPRE!
A EUTANÁSIA NÃO PODE SER E NÃO É A SOLUÇÃO para o sofrimento.


domingo, 10 de maio de 2020

5º Mistério Doloroso: a Crucifixão e Morte de Jesus

Do Evangelho segundo S. João 
Ali O crucificaram, e com Ele mais dois: um de cada lado e Jesus no meio.
Estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Ao ver sua Mãe e o discípulo predilecto, Jesus disse a sua Mãe: «Mulher, eis o teu filho». Depois disse ao discípulo: «Eis a tua Mãe». E a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa.
Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede». Estava ali um vaso cheio de vinagre. Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre
e levaram-Lha à boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, expirou.
Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao outro que tinha sido crucificado com ele. Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.


Oremos:
Deus da Vida Abundante, que permitiste que o Coração do Teu Filho fosse para nós Fonte inesgotável do Teu amor, concede-nos, por intercessão de Maria, respondermos agradecidos a tanto bem recebido. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amen.

sábado, 9 de maio de 2020

4.º Mistério Doloroso: Jesus com a Cruz às costas

Do Evangelho segundo S. João
Disse-lhes Pilatos: «Hei-de crucificar o vosso Rei?». Replicaram-lhe os príncipes dos sacerdotes: «Não temos outro rei senão César». Entregou-lhes então Jesus, para ser crucificado.
E eles apoderaram-se de Jesus. Levando a cruz às costas, Jesus saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz ‘Gólgota’


Oremos:
Deus de Bondade Infinita, Tu que, na Paixão do Teu Filho, Lhe deste força para carregar a Cruz, concede-nos carregarmos também as nossas com fidelidade e aliviarmos a cruz dos que estão ao nosso lado. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amen.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

3º Mistério Doloroso: a Coroação de espinhos

Do Evangelho de S. Mateus
Os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, dobrando o joelho diante de Jesus, escarneciam-no, dizendo: “Salve, Rei dos Judeus!”.


Oremos:
Deus de Infinita Bondade, que pelo Teu Filho vieste trazer a Paz ao mundo, concede-nos, por intercessão de Maria, a graça de sermos em todo o mundo construtores de Paz. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amen.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

2º Mistério Doloroso: a Flagelação

Do Evangelho segundo S. Mateus
Pilatos disse ao povo: “Que hei de fazer de Jesus, chamado Cristo?”. Todos responderam: “Seja crucificado!”. Vendo que nada conseguia e que o tumulto aumentava cada vez mais, mandou vir água e lavou as mãos na presença da multidão, dizendo: “Estou inocente deste sangue. Isso é convosco”. E todo o povo respondeu: “Que o Seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos!”. Então, soltou-lhes Barrabás. Quanto a Jesus, depois de O mandar flagelar, entregou-O para ser crucificado.


Oremos:
Deus Fiel, que entregaste nas mãos da humanidade pecadora o Teu Filho Jesus Cristo, concede-nos o dom da fidelidade à Sua entrega e a valentia para denunciarmos as injustiças deste mundo. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amen.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

MÁRTIR POR AMOR - A Igreja perseguida

Uma equipa da Fundação AIS visitouno início do anoalguns dos locais para onde fugiram estaspopulações e o cenário é realmente muito preocupante.Na província de Dori,mais de umacentena de aldeias foramjáabandonadas.A ameaça dos jihadistas está presente em todo olado. E é visível até nos lugares abandonados. As populações estão em fuga. Cristãos emuçulmanosmoderados não têm lugar neste novo ‘califado’ que está a ser construído nestaregião de África.Ninguém sabe exactamente como os terroristas são financiados. Ninguémsabe como compram as armas mas também ninguém duvida que são cadavezmais fortes,mais numerosos. Não é incomumhaver relatos de que as forças de segurança se têmmostrado incapazes de enfrentar os terroristas por terem pior armamento do que eles.E omedo vai fazendo o seu caminho...As aldeias esvaziam-se, as escolas ficam de portas fechadas.O deserto instala-se na região. As autoridades parecem incapazes de lidar com esta realidade.Grupos criminososOs países estão fechados nos seus próprios problemas, nas suas necessidades, mas estesgrupos armadosnão olham a fronteiras. Chegam do Mali, do Níger, do Burkina Faso, da granderegião do Sahel e erguem à sua passagem as ameaçadoras bandeiras negras do EstadoIslâmico. São grupos fundamentalistas que se financiam com o tráfico de armas, de droga, depessoas. São criminosos e não olham a meios para atingirem os seus fins.Têm sido inúmerosos incidentes contra os cristãos no Burkina Faso. Alguns são demasiadoreveladores.Porexemplo, nodia 27 de Junho do ano passado, na aldeia de Bani,homens armados fizerambuscas casa a casa à procura de cristãos. Foram identificadosapenasquatro, dois deles irmãos.Todos usavam crucifixo ao pescoço. Foram assassinados. Antes, a 15 de Fevereiro, o padresalesiano espanhol César Fernández foi morto a tiro na fronteira com o Togo.Um mês depois,foi raptado outro sacerdote junto àfronteira com o Mali. Desde então, desconhece-se o queaconteceu aoPadreJoel Yougbare.Testemunhos da barbárieJoelYougbareeramuito amigo do padre Roger Kogolo.O padre Roger pertence à diocese deDori,situadano norte do país.É uma das regiões maisatingidas pela violência das milíciasjihadistas.No início do ano, em Itália, num encontro promovido pela Fundação AIS,testemunhou o drama que se vive no seu país.“Desde o início do ano, dezenas de cristãosforam mortos porcausa dasua fé.Muitos abandonaramassuas cidades e comunidades.Hojeem dia, hámuitas pessoas deslocadas no interior do país.” Perante a crescente ameaça e osinal cada vez mais claro de que os cristãos são um dos principais alvos dos jihadistas, ossacerdotes viram-se forçados atomar medidas de protecção. O padre Roger Kogolo falamesmoemrigorosas medidas de segurança. “Nós, padres, não temos liberdade demovimento. Não podemos deixar a paróquia, não podemos viajar para determinadas regiões etemos que seguir rigorosas medidasde segurança para proteger as nossas vidas.”O BurkinaFaso está em convulsão. Ninguém sabe como esta história vai acabar, mas sabe-se que oscristãos estão na mira das armas dos terroristas. Há um ano, o padreSimeónfoi executado atiro na sua Igreja noBurkina Faso. Foi morto sem piedade. Este ano, na Quaresma, foiescolhido comoum dos heróis e mártires por amor da campanha da Fundação AIS.Paulo Aido|www.fundacao-ais.pt


Família Ulma

  Faz hoje três anos que uma família inteira foi elevada às honras dos altares. A Família Ulma, uma centelha de luz nos anos sombrios da Seg...