Blog da Militia Sanctæ Mariæ - Cavaleiros de Nossa Senhora um instrumento na evangelização do mundo contemporâneo // Blog created by Militia Sanctæ Mariæ, whose purpose is to be an instrument in the evangelization of the contemporary world // Blog de la Militia Sanctæ Mariæ et dont le but est d'être un instrument dans l'évangélisation du monde contemporain // Blog der Militia Sanctæ Mariæ, die sich zum Ziel gesetzt haben, ein Werkzeug bei der Evangelisierung der heutigen Welt zu sein
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
28 DEZ | Os Santos Inocentes: Mártires na Infância de CristoA Fuga da Sagrada Família para o Egipto
O Evangelho segundo São Mateus (2,13-18) apresenta-noa um episódio profundamente comovente e revelador: a fuga da Sagrada Família para o Egipto e o martírio dos Santos Inocentes. Este relato, que entrelaça a Providência Divina e o sofrimento humano, convida-nos a refletir sobre o papel do sacrifício, da obediência e da fidelidade no plano de Deus.
Quando o Anjo do Senhor alerta São José em um sonho, ordenando-lhe que leve Maria e o Menino para o Egipto, vemos nele o modelo de homem justo e obediente. Sem questionar, São José abandona tudo e parte na escuridão da noite, guiado pela confiança em Deus. Esta fuga, longe de ser um mero ato de prudência, é uma resposta à missão divina confiada à Sagrada Família: proteger o Salvador do mundo.
Mas enquanto o Menino Deus é salvo, as forças do mal se manifestam no ato tirânico de Herodes. O massacre dos meninos de Belém revela o ódio de Satanás contra a inocência e a vida. Os Santos Inocentes, embora sem palavras, tornam-se as primeiras testemunhas do Cristo, mártires que derramam seu sangue por Ele antes mesmo de proferirem Seu nome.
O choro de Raquel, mencionado pelo profeta Jeremias, ecoa no coração de todos os cristãos. É um lamento que transcende os tempos e nos lembra do valor inestimável de cada vida humana, especialmente dos inocentes e vulneráveis. Este grito, no entanto, não é o fim da história. Em meio à tragédia, vislumbramos a vitória final do Cordeiro de Deus, que veio para salvar todos os homens e resgatar até mesmo os que sofrem injustamente.
Como membros da Militia Sanctae Mariae, somos chamados a imitar a coragem de São José, a pureza da Virgem Maria e o testemunho dos Santos Inocentes. Devemos ser Defensores da VIDA em todas as suas formas, especialmente contra os “Herodes” de nosso tempo, que continuam a ameaçar os mais frágeis. Nossa missão é proteger a inocência, defender a fé e anunciar que a verdadeira luz veio ao mundo.
Neste tempo de Natal, renovemos nosso compromisso com Cristo e sua Igreja, pedindo a intercessão dos Santos Inocentes para que sejamos fiéis na batalha espiritual que enfrentamos diariamente.
Que o Menino Deus nos fortaleça, e que Nossa Senhora, a Rainha das Virtudes, nos inspire com sua proteção maternal.
In Christo et Maria,
Militia Sanctae Mariae Portugal
IMAGEM: "Massacre of the Innocents" de Peter Paul Rubens
(1577–1640)
sábado, 27 de dezembro de 2025
5è Mystère Joyeux, le recouvrement de Jésus au Temple
Dans ce cinquième mystère joyeux, Marie nous prend par la main pour chercher et trouver Jésus. Elle nous partage les sentiments qui furent les siens pendant ces trois jours qui durent lui paraître interminables. Par la méditation de ce mystère, elle nous donne peu à peu de comprendre qu’il n’y a pas de plus grand malheur que de perdre Jésus !
Marie nous donne aussi de partager, tant sa joie de Mère lorsqu’elle retrouve son enfant sain et sauf que celle, encore plus profonde, d’avoir retrouvé Jésus, Dieu fait homme. Dans l’hymne « Jesu dulcis memoria », l’’Eglise nous fait chanter à la troisième strophe : « O Jésus, espoir des pénitents, que vous êtes accueillant aux mendiants ! Que vous êtes bon à qui vous cherche ! Mais que dire de ceux qui vous trouvent ?»
Le rosaire veut nous faire goûter cette joie sublime de trouver et de posséder Jésus. Pour cela, il nous fait répéter : « priez pour nous, pauvres pécheurs », afin qu’avec l’aide de la Mère trois fois admirable, malgré nos misères, malgré nos péchés, nous entrions progressivement dans l’intimité divine !
Marie, Notre Dame du très saint rosaire, aidez-nous à chercher Dieu ; et surtout, aidez-nous à Le trouver toujours !
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Puro e cortês, ardente e fiel
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
8 DEZ 1477 | A Festa da Imaculada Conceição - A Afirmação de um Dogma em Germinação
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
:: Papa Leão XIV visita o túmulo de Atatürk e o legado histórico das comunidades cristãs na Turquia ::
Sudão | Uma Guerra Esquecida e a Perseguição aos Cristãos
Desde Abril de 2023, o Sudão mergulhou numa guerra civil sangrenta entre o exército oficial Sudanese Armed Forces (SAF) e a milícia paramilitar Rapid Support Forces (RSF). O conflito já provocou:
- Milhares de mortes civis — entre bombardeamentos, massacres e ataques indiscriminados.
- Deslocações forçadas massivas — o Sudão vive hoje “uma das maiores crises de deslocados internos do mundo”.
- Destruição de infraestruturas essenciais — hospitais, escolas, mercados, mas também locais de culto e habitações.
- Fome, doença, desespero — a guerra prolongada e a interrupção da agricultura e dos transportes agravam muito o sofrimento da população.
Apesar disso — e apesar da dimensão da tragédia — o conflito permanece “quase invisível” na grande maioria dos média mundiais. Por isso muitos sudaneses sentem‑se abandonados, sem voz nem apoio internacional digno desse nome.
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A minoria cristã no Sudão — estimada em alguns milhões (embora constitua pequena percentagem da população total) — tem sofrido especialmente com o conflito. As acusações de perseguição religiosa, uso de igrejas como bases militares, destruição de templos, prisões arbitrárias e discriminação são constantes. Alguns dos relatos e factos mais graves:
- Igrejas são destruídas ou demolidas: por exemplo, uma igreja pentecostal em Khartoum Norte foi completamente demolida em Julho de 2025.
- Outros templos cristãos foram bombardeados pela RSF — em alguns ataques morreram fiéis e sacerdotes.
- Comunidades cristãs foram forçadas a abandonar cultos: por exemplo, em Dezembro de 2024 a RSF invadiu um culto de Natal numa igreja no Estado de Gezira, feriu dezenas e expulsou os fiéis.
- Pastores e fiéis têm sido presos, acusados de crimes falsos, torturados ou mortos — mesmo estando desalojados e sem meios de defesa.
- Igrejas são ocupadas como bases militares — transformadas em abrigos, depósitos de armas, ou quartéis improvisados, impedindo o culto e destruindo a comunidade.
Além da violência — física e institucional — os cristãos enfrentam uma crise humanitária geral onde comida, ajuda, abrigo e segurança são quase inexistentes. Alguns relatos falam de pessoas cristãs obrigadas a comer ração animal ou mesmo relva para sobreviver.
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Há várias razões pelas quais a tragédia no Sudão, e em particular a perseguição a cristãos, não recebe a atenção global que merecia:
- O conflito tem natureza complexa — guerra civil, múltiplas facções, interesses geopolíticos — o que dificulta a cobertura ampla e consistente.
- A fragmentação da comunicação, restrições de acesso, corte de comunicações e bloqueios tornam difícil verificar e relatar os abusos em tempo real.
- Muitos media preferem cobrir crises “mais mediatizadas”, ou com interesses geopolíticos ocidentais diretos, deixando o Sudão à margem.
- Minorias religiosas sofrem “dupla invisibilidade”: são vítimas de conflito generalizado + perseguição específica, mas não têm voz forte ou lobby internacional expressivo.
O resultado é que milhões de sudaneses — cristãos e não‑cristãos — vivem hoje sob terror, fome, deslocamento e medo, enquanto o mundo olha para o lado.
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Apesar da destruição e da dor, há quem permaneça firme:
- Muitos cristãos sudaneses continuam a rezar, a tentar manter encontros comunitários, a testemunhar a fé mesmo em campos de deslocados ou em abrigo precário.
- Pastores, líderes religiosos e organizações de base apelam à solidariedade internacional — justiça, visibilidade, ajuda humanitária e proteção.
Há quem acredite que Deus poderá usar esta provação para transformar o caos em esperança, e que a Igreja no Sudão sobreviverá mesmo entre escombros.
Mas, para que isso seja possível, é necessário que o mundo volte os olhos para o Sudão — não só como geopolítica, mas como tragédia humanitária urgente e crise de liberdade religiosa.
O que se passa no Sudão é um escândalo moral global: guerra, perseguição religiosa, genocídios, fome, deslocados — vidas humanas a serem destruídas. A comunidade cristã sudanesa representa apenas uma parte do sofrimento — mas um exemplo doloroso e emblemático de como as guerras modernas atingem não só corpos, mas almas, fé e dignidade.
Se nós que acreditamos em liberdade, dignidade humana, justiça e fé permanecermos calados, permitimos que milhões de vidas sejam apagadas no silêncio. Este é um chamado — não só de urgência material, mas espiritual, ético, humanitário. A divulgação, a oração, o apoio e a solidariedade — mesmo simbólicos — podem servir de ponte de esperança.
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