Blog da Militia Sanctæ Mariæ - Cavaleiros de Nossa Senhora um instrumento na evangelização do mundo contemporâneo // Blog created by Militia Sanctæ Mariæ, whose purpose is to be an instrument in the evangelization of the contemporary world // Blog de la Militia Sanctæ Mariæ et dont le but est d'être un instrument dans l'évangélisation du monde contemporain // Blog der Militia Sanctæ Mariæ, die sich zum Ziel gesetzt haben, ein Werkzeug bei der Evangelisierung der heutigen Welt zu sein
Cantai ao Senhor um cântico novo, porque o Senhor fez maravilhas: aos olhos das nações revelou a sua justiça. Aleluia. (Salmo 97)
Do Evangelho segundo S. João (Capítulo 14) «Eu sou o caminho, a
verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim. Se Me conhecêsseis,
conheceríeis também o meu Pai. Mas desde agora já O conheceis e já O
vistes. (...) Em verdade, em
verdade vos digo: quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço e
fará obras ainda maiores, porque Eu vou para o Pai».
Ego sum via, veritas et vita. Com estas palavras inequívocas, o Senhor mostrou - nos qual é o
verdadeiro caminho que leva à felicidade eterna. Ego sum via: Ele
é o único caminho que une o Céu à terra. Declara-o a todos os homens,
mas recorda-o especialmente aos que, como tu e eu, lhe dissemos que
estamos decididos a tomar a sério a nossa vocação de cristãos, de modo
que Deus se encontre sempre presente nos nossos pensamentos, nos nossos
lábios e em todos os nossos actos, mesmo naqueles mais normais e
correntes. (...)
Oremos: Senhor nosso Deus, que nos enviastes o Salvador e nos fizestes vossos filhos adoptivos, atendei com paternal bondade as nossas súplicas e concedei que, pela nossa fé em Cristo, alcancemos a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amen.
« Saint Bernard, ce grand saint, nous dit que, si nous voulons ne pas juger mal de notre prochain, il faut éviter cette curiosité, ce désir de trop savoir, et ne point nous informer de ce que fait l'un et dit l'autre, ni de ce qui se passe dans l'intérieur des maisons. Laissons aller le monde comme le bon Dieu permet qu'il aille, ne pensons et ne jugeons mal que de nous. » (Le Saint Curé d’Ars – Sur le jugement téméraire).
« Ne jugez point, afin que vous ne soyez point jugés. Car selon ce que vous aurez jugé, on vous jugera, et de la même mesure dont vous aurez mesuré, on vous mesurera. » (Saint Matthieu 7 : 1 – 2).
« Jusques à quand aimerez-vous la vanité, et rechercherez-vous le mensonge ? » (Psaume 4 de David)
« Ce que l'œil ne voit pas, le cœur ne le désire pas. » (Saint Jean de la Croix – La montée du Carmel).
Nasceu em Magenta perto de Milão em 4 de Outubro de 1922. Joana (Gianna) era a décima de 13 filhos e foi educada por pais piedosos que a ensinaram que a vida era um grande presente de Deus para ser abraçado.
Na adolescência e depois adulta, foi membro da Sociedade São Vicente de Paulo e voluntária no trabalho com pobres e idosos. Estudou e conseguiu formar-se em medicina e cirurgia na Universidade de Pávia em 1949. Especializou-se em pediatria na Universidade de Milão em 1952, e atendia com especial atenção mães, crianças, idosos e pobres.
Alguns pensavam que tão boa cristã iria entrar para um convento, mas após varias reflexões, Joana viu que a sua vocação era o casamento, cooperando com Deus em “formar uma verdadeira família cristã”.
Em 24 de Setembro de 1955, casou-se com Pietro Molla. Em Novembro de 1956 deu à luz ao Pierluigi, em Dezembro de 1957, à Mariolina, e em Julho de 1959, à Laura.
Em Setembro de 1961, no segundo mês da quarta gravidez, descobriu-se que ela tinha um fibroma no útero. Era necessária uma cirurgia e como médica, ela estava perfeitamente consciente dos riscos de continuar a sua gravidez, mas ela pediu ao cirurgião para salvar o filho que ela carregava e entregou-se nas mãos de Deus. Passou os sete meses seguintes na alegria dos seus afazeres de mãe e médica, mas também preocupada com o bebé que podia nascer com problemas. Para prevenir isso, orou muito a Deus.
Alguns dias antes da criança nascer, embora confiante na Divina Providência, Joana estava decidida a dar a sua vida para salvar a da criança. “Se precisarem decidir entre mim e a criança, escolham a criança”, insistiu ela ao seu médico.
Assim nasceu uma menina, Gianna Emanuela, na manhã de 21 de Abril de 1962. Apesar de todos os esforços para salvar a mãe, Joana veio a falecer uma semana depois, com horríveis dores. Adormeceu no Senhor no dia 28 de Abril dizendo: “Jesus, Jesus, eu amo-te, eu amo-te”. Ela tinha apenas 39 anos de idade.
Seu funeral foi ocasião de grande tristeza, fé e oração. O seu corpo está no cemitério de Mesero perto de Magenta.
Joana Berreta Molla foi beatificada a 24 de Abril de 1994 e canonizada a 16 de Maio de 2004 pelo Papa João Paulo II.
Na homília da beatificação, afirmou o Papa João Paulo II:
“Joana Beretta Molla, coroando uma existência exemplar de estudante, de jovem comprometida na comunidade eclesial e de esposa e mãe feliz, soube oferecer em sacrifício a vida, a fim de que pudesse viver a criança que trazia no seio e que hoje está aqui connosco! (Uma salva de palmas coroou estas palavras do Papa) Ela como médica e cirurgiã, estava bem consciente daquilo de que ia ao seu encontro, mas não recuou diante do sacrifício, confirmando desse modo a heroicidade das suas virtudes”.
Honrar Santa Joana Beretta Molla é convidar os cristãos a tomar o seu exemplo na defesa da vida, ela que, como mãe deu a vida para que sua filha mais nova nascesse.
«At that time Jesus said to the Pharisees, "I am the Good Shepherd. The Good Shepherd gives his life for his sheep. The mercenary, who is not the pastor, to whom the sheep do not belong, sees the wolf coming, he abandons the sheep and fled. And the wolf takes them away and disperses them. The mercenary flees because he is a mercenary and does not care about the sheep.
"I am the Good Shepherd; I know my sheep and my sheep know me, as the Father knows me and I know the Father. And I give my life for my sheep. I have other sheep, which are not of this sheepfold; these too, I must lead them; and they will listen to my voice, and there will be one sheepfold and one Shepherd."»
From the sermon pronounced before the people in the Basilica of Blessed Peter, Apostle, on February 7, 591. At the occasion of the dies natalis of Pope Pelagius II, Gregory's predecessor.
He is not called a shepherd, but a mercenary, the one who feeds the sheep of the Lord, not because he loves them from the bottom of his heart, but for temporal rewards. He is mercenary, who occupies the place of the pastor, but does not seek the profit of souls. He avidly covets the earthly advantages, enjoys the honor of his office, repents temporal profits, and delights in the respect accorded to him by men. Such are the rewards of the mercenary: he finds here below the wages he desires for the trouble he gives himself in his office as pastor, and thus deprives himself of the inheritance of the flock.
As long as there is no misfortune, it is difficult to discern whether he is a pastor or a mercenary. Indeed, at the time of peace, the mercenary usually keeps the flock like a true pastor. But the arrival of the wolf shows with what dispositions each one kept the flock. A wolf throws himself on the sheep each time an unjust man or kidnapper oppresses the faithful and the humble. The one who seemed to be the pastor but was not, then abandons the sheep and flees, for fearing for himself the danger that comes from the wolf, he does not dare to resist his unfair enterprise. He flees, not by changing his place, but by refusing his assistance. He flees, because he sees the injustice and he is silent. He flees because he hides in silence. It is fitting that the prophet said to such men, "You did not go up against the enemy, and you did not build a wall around the house of Israel to hold fast in the fight at day of the Lord. " (Ez 13,5).
To mount against the enemy is to oppose by the free voice of reason to every powerful man who behaves badly. We hold fast in the day of the Lord in the fight for the house of Israel, and we build a wall, when by the authority of justice, we defend the faithful innocent victims of the injustice of the wicked. And because the mercenary does not act like that, he runs away when he sees the wolf coming.
«O Senhor é meu pastor: nada me falta: leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.» (Salmo 22)
Do Evangelho segundo S. João: (Capítulo 10) «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas: conheço
as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o
Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas.
Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a
dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai».
(...) Conheces-nos bem; sabes que queremos ouvir, estar sempre atentos aos teus assobios de Bom Pastor e corresponder-lhes porque a vida eterna é esta: Que te conheçam a ti como um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
Gosto tanto da imagem de Cristo rodeado à direita e à esquerda pelas
suas ovelhas, que mandei colocá-la no oratório onde habitualmente
celebro a Santa Missa; e fiz gravar noutros lugares, como despertador da
presença de Deus, as palavras de Jesus: cognosco oves meas et cognoscunt me meae,
para considerarmos a toda a hora que Ele nos repreende ou nos instrui e
nos ensina como o pastor faz com a sua grei . Vem, pois, muito a
propósito esta recordação de terras de Castela.
(...) A meta que proponho - ou melhor, a que Deus indica a todos - não é uma
miragem ou um ideal inatingível: podia contar-vos tantos exemplos
concretos de mulheres e de homens correntes, como vocês e como eu, que
encontraram Jesus que passa quasi in occulto pelas encruzilhadas
aparentemente mais vulgares e decidiram segui-lo, abraçando com amor a
cruz de cada dia. Nesta época de desmoronamento geral, de concessões e
de desânimos, ou de libertinagem e de anarquia, parece-me ainda mais
actual aquela convicção simples e profunda que, no princípio da minha
actividade sacerdotal e sempre, me consumiu em desejos de comunicar à
humanidade inteira: estas crises mundiais são crises de santos.
(...) É bem certo que se trata de um objectivo elevado e árduo. Mas não se
esqueçam de que o santo não nasce: forja-se no jogo contínuo da graça
divina e da correspondência humana. Um dos escritores cristãos dos
primeiros séculos adverte, referindo-se à união com Deus: Tudo o que
se desenvolve começa por ser pequeno. Ao alimentar-se gradualmente, com
constantes progressos, é que chega a ser grande. Por isso te digo
que, se quiseres portar-te como um cristão coerente - sei que estás
disposto a isso, embora te custe tantas vezes vencer-te ou puxar por
esse pobre corpo - deves ter muito cuidado com os mais pequenos
pormenores, porque a santidade que Nosso Senhor te exige atinge-se
realizando com amor de Deus o trabalho e as obrigações de cada dia, que
se compõem quase sempre de pequenas realidades.
(...) Tenho muita pena sempre que sei que um católico - um filho de Deus que,
pelo Baptismo, é chamado a ser outro Cristo - tranquiliza a consciência
com uma simples piedade formalista, com uma religiosidade que o
leva a rezar de vez em quando (só se acha que lhe convém!); a assistir à
Santa Missa nos dias de preceito - e nem sequer em todos -, ao passo
que se preocupa pontualmente por acalmar o estômago, com refeições a
horas fixas; a ceder na fé, a trocá-la por um prato de lentilhas, desde
que não renuncie à sua posição... E depois, com descaramento ou com
espalhafato, utiliza a etiqueta de cristão para subir. Não! Não nos
conformemos com as etiquetas: quero que sejam cristãos de corpo inteiro,
íntegros; e, para o conseguirem, têm que procurar decididamente o
alimento espiritual adequado.
(...)
Procuremos fomentar no fundo do coração um desejo ardente,
um empenho grande por alcançar a santidade, apesar de nos vermos cheios
de misérias. Não se assustem; à medida que se avança na vida interior,
conhecem-se com mais clareza os defeitos pessoais. O que acontece é que a
ajuda da graça se transforma como que numa lente de aumentar e o mais
pequeno cotão, o grãozinho de areia quase imperceptível aparecem com
dimensões gigantescas, porque a alma adquire a finura divina e até a
sombra mais pequena incomoda a consciência, que só gosta da limpeza de
Deus. Diz-lhe agora, do fundo do coração: Senhor, a sério que quero ser
santo, a sério que quero ser um teu discípulo digno e seguir-te sem
condições. E depois, hás-de propor a ti próprio a intenção de renovar
diariamente os grandes ideais que te animam nestes momentos.
(...) Termino, recorrendo à intercessão de Santa Maria, com estes propósitos:
viver de fé; perseverar com esperança; permanecer unidos a Jesus Cristo,
amá-lo de verdade, de verdade, de verdade; percorrer e saborear a nossa
aventura de Amor, pois estamos apaixonados por Deus; deixar que Cristo
entre na nossa pobre barca e tome posse da nossa alma como Dono e
Senhor; manifestar-lhe com sinceridade que havemos de nos esforçar por
nos mantermos sempre na sua presença, de dia e de noite, porque Ele nos
chamou à fé: ecce ego quia vocasti me! e que vimos ao seu redil
atraídos pela sua voz e pelos seus assobios de Bom Pastor, com a certeza
de que só à sua sombra encontraremos a verdadeira felicidade temporal e
eterna.
Oremos: Deus eterno e omnipotente,
conduzi-nos à posse das alegrias celestes, para que o pequenino rebanho dos vossos fiéis
chegue um dia à glória do reino
onde já Se encontra o seu poderoso Pastor,
Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amen.
Muitas pessoas perdem seus trabalhos e passam sérias dificuldade para manter sua família. Todos podemos realizar com maior perfeição nossas tarefas cotidianas. "O santo do ordinário", como o chamou São João Paulo II, é um eficaz intercessor diante de Deus para essas intenções.
Oferecemos a "Novena do trabalho" para pedir a São Josemaria sua intercessão neste tema tão importante em nossas vidas.